O radiador serve como trocador de calor no sistema, o líquido aquecido
proveniente do motor, ao passar pelos dutos do radiador sofre um resfriamento
devido à circulação de ar pelas suas aletas, o líquido resfriado retorna
novamente para o motor, a fim de refrigerar.
Este dispositivo se localiza na parte frontal do automóvel,
de modo a facilitar a passagem do ar.
2. HISTÓRIA DO RADIADOR
Na década de 1880, inventor Karl Benz foi projetar e
construir "carruagens sem cavalos", o precursor do início dos
automóveis. Usando simples motores de combustão interna ele percebeu um
significativo aquecimento interno do motor, o suficiente para ferver a água
usada para resfriá-los.
Para resolver isso, Benz desenvolveu um sistema de tubos em
espiral que tinha como finalidade resfriar a água que passava pelo motor, para
que em seu retorno ao motor absorve-se mais calor.
No entanto, Wilhelm Maybach avançou radicalmente o desenho
do radiador automotivo, na virada do século. Em vez de um simples conjunto de
tubos em espiral de grande porte, ele projetou um radiador feito de milhares de
minúsculos tubos de seis milímetros quadrados soldados juntos em um arranjo conhecido
hoje como colmeia retangular. Este projeto aumentou significativamente a
performance térmica dos radiadores da época.
·
Evolução
Como projeto do motor evoluiu, assim fez o design do
radiador. A partir da década de 1920 à década de 1940, as grandes montadoras
como General Motors e Ford testaram outras mudanças, como alterar a forma e
tamanho dos tubos de núcleo do radiador. Outra mudança inclui a introdução de
ventiladores e bombas para o sistema para forçar a circulação do ar e do
líquido de arrefecimento através do sistema de radiador.
3. COMPONENTES QUE COMPÕEM O RADIADOR
3.1 Colmeia
3.2 Tubo
3.3 Aleta
3.4 Coletor
3.5 Junta de borracha
3.6 Caixa plástica
4 RADIADOR PRONTO
PARA COMERCIALIZAÇÃO
5 DEFEITO NO
RADIADOR E SUAS CONSEQUÊNCIAS
O defeito mais
comum em um radiador durante sua fabricação é o coletor aberto, pois gera o
vazamento do liquido entre o coletor e a caixa plástica. Isto ocorre durante a
montagem da caixa plástica com o coletor, existe uma ferramenta chamada FE
(Fechamento), própria para execução desta operação que consiste em dobrar os
dentes do coletor pressionando-os sobre a caixa plástica. A má execução desta
dobra gera o defeito e tem como consequência o não funcionamento do radiador,
pois com vazamento nesta região existe o risco de explosão da caixa devido à
pressão exercida durante o trabalho, consequentemente o radiador é sucateado.
6 IMPACTO
FINANCEIRO E AMBIENTAL DO DEFEITO
Em dois anos
foram computados cerca de 900 defeitos, ou seja, cada defeito significa um
radiador jogado fora, com custo médio de R$ 120,00 por peça o valor
desperdiçado devido a esse defeito chega por volta de R$
108.000,00
para repor as peças com defeito que foram descartadas.
Quanto ao
impacto ambiental, o que é sucateado vai para reciclagem, mas para repor o que
foi perdido são fabricados outros 900 radiadores gerando gastos energéticos,
como por exemplo, o consumo de recursos hídricos, de matéria prima, entre
outros.
Se o desperdício
pudesse ser evitado seria muito benéfico em termos financeiros e ambientais.







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